Extrema pobreza em Nordeste: 15,3% em 2019, 17,6% em 2021 (pior ano da série atual) e 6,5% em 2024. Cada ponto é um dado publicado; linhas tracejadas e "s/d" marcam anos sem registro. Seções marcadas "nacional" não mudam com o seletor.
Variação do volume produzido no país em relação ao ano anterior, descontada a inflação. Vermelho é recessão.
Contas Regionais do IBGE, que saem com dois anos de atraso: o último ano disponível é 2023. Anos sem ponto não foram encontrados com valor exato.
Linhas do Banco Mundial: pobreza abaixo de US$ 6,85/dia, extrema pobreza abaixo de US$ 2,15/dia. No Nordeste, os pontos vazados de 2003 e 2009 usam a linha de meio salário mínimo e só mostram a tendência. Os valores anuais do Brasil foram lidos do gráfico do IBGE e podem variar 0,1 ponto.
Nordeste: FGV IBRE (2022 estimado). Brasil: rendimento médio real do IBGE (R$ 1.697 em 2012, R$ 2.017 em 2024).
De 0 (todos com a mesma renda) a 1 (um só tem tudo). No Brasil, os pontos vazados de 2001 a 2012 vêm da PNAD antiga (Ipea). Os losangos de 2024–2025 vêm da PNAD de rendimentos, outro recorte de renda, e são os dados mais recentes.
Linha cheia: IDH municipal do PNUD (Radar IDHM, PNAD Contínua). Pontos vazados no Brasil: IDH do ranking mundial da ONU, outra metodologia. O IDHM do Nordeste em 2010 vem do Censo. Acima de 0,800 é "muito alto".
Linha: PNAD (2001 na PNAD antiga, 2016 em diante na PNAD Contínua). Pontos vazados: Censos de 2000, 2010 e 2022, que costumam dar valores mais altos.
Média de anos de escola concluídos. Nordeste 2016 calculado a partir do ganho publicado até 2024.
Linha cheia: pessoas de 25 anos ou mais que concluíram ao menos o ensino médio (PNAD Contínua, desde 2016). Nordeste 2017 e 2019 calculados a partir das variações publicadas. Pontos vazados (2001–2014): jovens de 18 a 24 anos com 11 anos ou mais de estudo, pela PNAD antiga; é outro recorte de idade, mas mostra a tendência antes de 2016.
Mudança da taxa em relação ao ano anterior, em pontos percentuais. Vermelho é piora, verde é melhora. Barras claras (2002–2012): PNAD antiga, medida em setembro, pessoas de 16 anos ou mais. Barras fortes (2013 em diante): 4º trimestre da PNAD Contínua. Não houve PNAD em 2000 e 2010 (anos de Censo), por isso 2001, 2010 e 2011 ficam sem barra; a troca de pesquisa impede comparar 2012 com 2013.
Mudança da média anual, em pontos percentuais.
Reajuste acima da inflação (INPC). A regra de valorização valeu até 2019, foi trocada por reposição só da inflação em 2020–2022 e voltou em 2023.
Ganhos anuais compostos dentro de cada mandato. Total de 2003 a 2026: +97,9%.
Rótulos em salários mínimos. A tabela ficou congelada de 2015 a abril de 2023.
Desconto parcial até o teto abaixo, compensado por imposto mínimo de até 10% sobre rendas acima de R$ 600 mil por ano.
De 2017 em diante, SNIS/Sinisa (prestadores). 2001 a 2014 (só Nordeste): PNAD, rede ou fossa séptica, que não se compara com a coleta do SNIS. Em 2023 o SNIS virou Sinisa, com mudança de método.
Linha: taxa de homicídios (Atlas da Violência e Ministério da Justiça, dados do SUS). Nordeste 2019 é a média de 2018–2020; o pico de 2017 foi citado como "quase 50" (ponto vazado, aproximado). Losangos: mortes violentas intencionais (Anuário FBSP), que somam latrocínio e mortes por policiais. Segurança pública cabe sobretudo aos estados.
Barras: PRODES Caatinga/Inpe. Pontos vazados: MapBiomas Alerta, que mede de outro jeito. Entre 2001 e 2004 o PRODES registrou mais de 12 mil km² por ano.
PRODES/Inpe, ano de agosto a julho. 2026 (barra clara) é estimativa preliminar, a menor desde 1988.
PRODES Cerrado/Inpe, série desde 2001. Só encontrei valores exatos de 2019 e de 2022 em diante; 2026 é a menor taxa da série.
IBGE, Contas de Ecossistemas: o retrato de todos os biomas antes das séries anuais do MapBiomas.
MapBiomas Alerta, desmatamento validado. Série começa em 2019.
Dívida bruta (governo geral) soma o que União, estados e municípios devem. Dívida líquida desconta ativos, como as reservas em dólar. A linha vertical marca a quitação da dívida com o FMI em dezembro de 2005. A dívida bruta pelo método atual começa em 2006.
Dinheiro em moeda forte guardado pelo Banco Central. Desde 2008 supera a dívida externa do governo, o que torna o país credor externo líquido.
O "imposto médio" do país: quanto do que se produz vira tributo de União, estados e municípios. Metodologia revisada do Tesouro (sem FGTS e Sistema S), começa em 2010.
Receitas da União em valores de 2025. Recorde em 2025.
Dinheiro do orçamento indicado por deputados e senadores. Valores nominais; 2026 parcial até julho (barra clara). Anos sem barra não foram encontrados. A cor mostra o lado com maioria na Câmara naquele ano, pela classificação de partidos da Associação Brasileira de Ciência Política (Estadão): direita em todas as legislaturas do período.
Subsídio bruto, sem verbas de gabinete, cota e auxílios. Rótulos em salários mínimos do mesmo ano: o salário parlamentar subiu em degraus, enquanto o mínimo subia todo ano.
Quem estava no plenário quando os reajustes e as emendas foram votados. Atenção: cada legislatura usa a classificação da fonte disponível, e elas diferem (de 2018 em diante a ABCP põe quase todo o centrão na direita, o que explica parte do salto). 2010 não encontrado em fonte comparável. Na Câmara eleita em 2026, pela classificação do Poder360, a direita tem 276 de 513 cadeiras.
Dinheiro público para campanhas, repassado pelo TSE só em anos de eleição. Criado em 2017, depois que o STF proibiu doações de empresas.
As faixas de fundo marcam os mandatos presidenciais. Ponto ausente quer dizer que o dado não foi encontrado nas fontes consultadas, não que seja zero. Pontos vazados indicam outra metodologia. São calculados a partir de valores publicados: o índice de renda (Brasil e Nordeste 2022), o ganho real do mínimo em 2023 e 2026, as variações do desemprego, os homicídios do Nordeste em 2013 (soma dos estados) e o desmatamento do MapBiomas convertido de hectares para km².